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Título: Medida de atitudes em contextos organizacionais masculinos
Autores: Monteiro, Rosa
Vieira, Amélia Filipa Soares
Daniel, Fernanda
Silva, Alexandre Gomes da
Matos, Fátima Regina Ney
Palavras-chave: Segregação horizontal - Horizontal segregation
(Des)igualdades - (Un)equalities
Género - Gender
Data: set-2019
Editora: Revista de Administração Pública ; Fundação Getulio Vargas
Resumo: Compreender a persistência de concepções assimétricas assentes em estereotipia de gênero de trabalhadores é fundamental para as organizações que desejem desenvolver planos de gestão para a igualdade. O propósito deste estudo, realizado em Portugal, foi identificar se em contextos organizacionais altamente masculinizados, ou seja, majoritariamente masculinos, a estereotipia de gênero tende a ser mais acentuada. Para sua realização, aplicou-se o questionário “Men’s Polarized Gender Thinking (MPGQ)” a uma amostra de 160 trabalhadores de 2 organizações – Águas Limpas e SOS. As participações no mercado de trabalho dos homens com níveis de instrução mais elevados se articulam com atitudes mais igualitaristas, ao passo que são os menos escolarizados que menos reconhecem as desigualdades. A escolarização e a educação dos indivíduos são consideradas fundamentais, pois se destacam como importante vetor de aquisição de um sistema de crenças e de valores sociais mais igualitários. Os resultados. Os resultados obtidos demonstram que as atitudes dos homens em relação à igualdade de gênero não se distribuem aleatoriamente. Esses achados corroboram alertas lançados pelas abordagens da interseccionalidade. / Organizations developing equality plans must understand the persistence of workers’ asymmetric conceptions based on gender stereotype. This study was conducted in Portugal and aimed to identify whether there are more gender stereotypes in highly masculinized organizational contexts. A questionnaire “Men’s Polarized Gender Thinking Questionnaire (MPGQ)” was applied to a sample of 160 workers from two organizations: Águas Limpas and SOS. In the labor market, men with higher levels of education tend to present more equalitarian attitudes, while less educated men are less likely to recognize inequalities. Individuals’ schooling and education are crucial, as these aspects stand out as important vectors for the acquisition of a more equalitarian system of beliefs and social values on the theme of gender relations. The results show that the attitudes of men towards gender equality are not distributed randomly. These findings corroborate the warningsmade in research adopting intersectionality approaches.
URI: http://repositorio.ismt.pt/jspui/handle/123456789/1024
ISSN: 0034-7612
1982-3134
Aparece nas colecções:Publicações Científicas J-P-E

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