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Título: Qualidade do Sono e Sonolência em Estudantes do Ensino Superior
Outros títulos: Sleep Quality and Sleepiness in College Students
Autores: Mendes, José
Sousa, Mónica
Leite, Vânia Margarida
Belchior, Nuno
Medeiros, Teresa
Palavras-chave: Sono, Qualidade do sono, Sonolência, Estudantes do ensino superior
Data: 30-nov-2019
Editora: Departamento de Investigação & Desenvolvimento
Citação: Mendes, J., Sousa, M., Leite, V. M., Bettencourt da Silva Belchior , N. M., & Pires Medeiros, M. T. (2019). Qualidade do sono e sonolência em estudantes do ensino superior. Revista Portuguesa De Investigação Comportamental E Social, 5(2), 38-48. https://doi.org/10.31211/rpics.2019.5.2.150
Relatório da Série N.º: 3;
Resumo: Objetivos: O sono ao demonstrar-se fundamental para o desenvolvimento do indivíduo, despertando o interesse em investigar qualidade do sono em estudantes do ensino superior. Assim, pretendeu-se com o presente estudo, caracterizar as componentes da qualidade subjetiva do sono e sonolência excessiva diurna numa amostra de estudantes do ensino superior. Método: Aplicaram-se as versões portuguesas do Índice da qualidade do sono (PSQI-PT) e da Escala de Sonolência excessiva diurna (ESS), em 257 estudantes do ensino superior distribuídos por sete instituições de ensino superior. Resultados: A maioria dos participantes revelou subjetivamente uma má qualidade do sono e referiu dormir mais de sete horas durante a semana, sendo este número maior durante o fim de semana. A perceção da Latência do Sono e da Disfunção Durante o Dia diferiu em função do sexo dos participantes. Os trabalhadores-estudantes mostraram percecionar uma fraca Qualidade Subjetiva do Sono e uma menor Duração do Sono. Encontrou-se uma correlação baixa com significância estatística entre o PSQI-PT e a ESS. Apesar da maioria dos participantes da amostra percecionar uma má qualidade do sono, também a maioria revelou uma eficiência subjetiva do sono superior a 85,0%. Conclusões: Verificou-se que os participantes em estudo avaliaram subjetivamente a qualidade do sono como sendo pobre. Estudos futuros devem explorar possíveis programas de prevenção (i.e., alimentação, TIC, exercício físico) que melhorem a qualidade subjetiva do sono.
URI: http://repositorio.ismt.pt/jspui/handle/123456789/1128
ISSN: 2183-4938
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