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Título: Autoconsciência da Aparência e a Adaptação no Ensino Superior: estudo exploratório
Outros títulos: Self-consciousness of Appearance and Adaptation in Higher Education: exploratory study
Autores: Mendes, José Carlos da Silva
Fraga, Adriana
Medeiros, Carla
Moniz, Daniela
Miranda, Luana
Medeiros, Teresa
Palavras-chave: Adultos emergentes, Adaptação Ensino Superior, Autoconsciência da Aparência
Data: 1-out-2018
Editora: Departamento de Investigação & Desenvolvimento
Citação: Mendes, J. C. da S., Fraga, A., Medeiros, C., Moniz, D., Miranda, L., & Medeiros, T. (2018). Autoconsciência da aparência e a adaptação no ensino superior: Estudo exploratório. Revista Portuguesa De Investigação Comportamental E Social, 4(2), 41-47. https://doi.org/10.31211/rpics.2018.4.2.76
Relatório da Série N.º: 6;
Resumo: Contexto: A Psicologia da Aparência tem merecido pouca atenção dos investigadores portugueses. As representações contemporâneas do corpo ideal (magro, atlético e com formas), muito avolumadas pelos meios de comunicação social e redes sociais, criam frequentemente a insatisfação com a aparência. Estudos recentes referem que os estudantes universitários se encontram insatisfeitos com a imagem corporal. Objetivo: Avaliar possíveis relações entre as preocupações com aparência, nomeadamente a autoconsciência da aparência, e a adaptação ao Ensino Superior por parte de estudantes portugueses. Método: Exploratório e quantitativo. Participaram 206 estudantes do Ensino Superior, tendo respondido a um Questionário Sociodemográfico, à versão portuguesa reduzida da Escala de Avaliação da Aparência de Derriford (DAS-14) e ao Questionário de Adaptação ao Ensino Superior (QAES). Resultados: Verificaram-se diferenças significativas na DAS-14 (autoconsciência da aparência) entre os sexos; correlação moderada entre a DAS-14 e a dimensão adaptação pessoal-emocional e relações fracas entre a DAS-14 e as restantes dimensões do QAES (adaptação interpessoal, adaptação à instituição, adaptação académica, compromisso com o curso e desenvolvimento de carreira). A autoconsciência da aparência apresenta-se quer como variável preditora, quer como variável de resposta na dimensão adaptação pessoal-emocional. Conclusão: Existe relação entre o sexo a autoconsciência da aparência. Os estudantes que têm menor concentração nos sentimentos negativos no corpo têm uma maior relação com as dimensões sociais, cognitivas e contextuais da adaptação ao ensino superior.As preocupações com a aparência e a adaptação pessoal-emocional influenciam-se mutuamente, isto é, a aceitação da aparência parece ser relevante para a adaptação e para o desenvolvimento da identidade dos adultos emergentes. O estudo abre futuras investigações na área da Psicologia da Aparência.
URI: http://repositorio.ismt.pt/jspui/handle/123456789/1143
ISSN: 2183-4938
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