Utilize este identificador para referenciar este registo: http://repositorio.ismt.pt/jspui/handle/123456789/1161
Título: Memória e Envelhecimento: qual o real impacto da idade?
Outros títulos: Memory and aging: what is the real impact of age?
Autores: Espírito-Santo, Helena
Pena, Inês Torres
Queiroz-Garcia, Inês
Pires, Catarina Freitas
Couto, Margarida
Daniel, Fernanda
Palavras-chave: Envelhecimento, Memória, Institucionalização, Características sociodemográficas
Data: 30-set-2016
Editora: Departamento de Investigação & Desenvolvimento
Citação: Espirito-Santo, H., Pena, I. T., Garcia, I. Q., Pires, C. F., Couto, M., & Daniel, F. (2016). Memória e envelhecimento: Qual o real impacto da idade?. Revista Portuguesa De Investigação Comportamental E Social, 2(2), 41-54. https://doi.org/10.7342/ismt.rpics.2016.2.2.40
Relatório da Série N.º: 5;
Resumo: Contexto e Objetivos: O défice mnésico é uma das alterações cognitivas que mais afeta as pessoas idosas. A idade é considerada um dos fatores de relevo nas alterações de memória, inclusivamente pelas próprias pessoas idosas. A investigação tem mostrado que existem outros fatores além da idade que afetam a memória das pessoas idosas. Contudo, fica por esclarecer qual o real papel da idade sobre a memória quando é controlada a influência de outras variáveis. Assim, o presente estudo pretende analisar o impacto da idade no funcionamento mnésico de pessoas idosas e verificar se, ao controlar o papel de outras variáveis (sexo, escolaridade, profissão, situação civil, situação residencial e situação clínica), esse potencial impacto se mantém. Métodos: A amostra global foi constituída por 1126 participantes (283 homens e 843 mulheres; 226 residentes na comunidade e 900 em resposta social dirigida à população idosa) com idades compreendidas entre os 60 e os 100 anos. A avaliação foi realizada com recurso aos itens do Mini-Mental State Examination (memória de trabalho), o fator do Montreal Cognitive Assessment (memória declarativa verbal) e Figura Complexa de Rey-Osterrieth (memória visuoespacial). Resultados: Globalmente, a idade, escolaridade, profissão, situação civil, residencial e clínica influenciaram a memória de forma diferenciada consoante o tipo de memória. As análises de regressão hierárquica mostraram que a idade é um fator preditivo em todos os tipos de memória. Emergiram ainda outros fatores preditivos com coeficientes de regressão superiores à idade conforme o tipo de memória (exceto na memória de trabalho). Conclusões: A idade, a escolaridade e a profissão influenciam a memória, assim como os fatores que potencialmente estimulam cognitiva e socialmente (como ter um companheiro e residir na comunidade). Os resultados apontam para a importância de intervir em pessoas em respostas sociais, mais idosas, sem companheiro, com baixa escolaridade e profissão manual.
URI: http://repositorio.ismt.pt/jspui/handle/123456789/1161
ISSN: 2183-4938
Aparece nas colecções:Publicações Científicas Psicologia

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
40-Texto Artigo-178-1-10-20160930.pdf1.57 MBAdobe PDFVer/Abrir


Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.