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dc.contributor.authorSantos, Ana Luísa Carvalheiro Martins dos-
dc.contributor.authorMacedo, Esmeralda (Orientadora)-
dc.date.accessioned2018-10-16T09:26:28Z-
dc.date.available2018-10-16T09:26:28Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ismt.pt/handle/123456789/923-
dc.description.abstractO nosso conhecimento e compreensão acerca da solidão tem aumentado e esta é fundamentalmente debilitante. Apesar de a solidão fazer parte da Associação de Diagnósticos de Enfermagem da América do Norte (Nanda), não foi ainda descrita no Manual de Estatística e Diagnóstico (DSM-IV), nem listado no índice de trabalhos. Uma razão para esta omissão pode ser a falta de familiaridade dos clínicos com o conceito como um constructo isolado/discreto, mas apenas ser compreendido como correlacionado com outras patologias, nomeadamente a depressão. Este estudo poderá possibilitar, quem sabe, intervenções futuras que venham a parar ou, pelo menos, diminuir a atual epidemia de depressão que invade o mundo contemporâneo. Este estudo, de natureza exploratória, visa perceber se a solidão é uma entidade isolada da depressão. Participaram neste estudo 273 indivíduos de Portugal Continental com idades compreendidas entre os 41 e os 64 anos. Aplicaram-se as escalas UCLA e GDS de forma a averiguar se existem sujeitos sem depressão que apresentam elevados níveis de solidão. O principal resultado permite-nos constatar que se pode ter solidão, sem ter depressão. Constatou-se também que as mulheres apresentam maiores níveis de solidão. No entanto, não se confirmou que existe relação entre a solidão e a idade. / Our knowledge and understanding of loneliness has increased and this is fundamentally debilitating. Although loneliness join the Nursing Diagnosis Association of North America (Nanda) has not yet been described in the Diagnostic and Statistical Manual (DSM - IV), and not listed in the table of jobs. One reason for this omission may be a lack of familiarity with the clinical concept as an isolated / low profile construct, but only be understood as correlated with other pathologies such as depression. This study may allow perhaps future interventions that would stop or at least reduce the current epidemic of depression that pervades the contemporary world. This study was exploratory in nature, aims to realize if loneliness is a separate entity from depression. The sample consisted of 273 individuals from Portugal Continental aged between 41 and 64 years. Were applied UCLA and GDS scales in order to ascertain whether there are subjects without depression with high levels of loneliness. The main result allows us to conclude that one can have loneliness, without depression. It was also found that women have higher levels of loneliness. However, it is not confirmed that there is a relationship between loneliness and age.pt_PT
dc.language.isootherpt_PT
dc.publisherISMTpt_PT
dc.subjectSolidão - Lonelinesspt_PT
dc.subjectDepressão - Depressionpt_PT
dc.subjectAdulto - Adultpt_PT
dc.subjectMeia-idade - Middle-agedpt_PT
dc.subjectIsolamento - Isolationpt_PT
dc.titleA Solidão e a Depressão nos Adultos de Meia-Idade estudo numa amostra da população portuguesapt_PT
dc.typemasterThesispt_PT
dc.identifier.tid201110458-
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