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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorPereira, Pedro Miguel Sol-
dc.contributor.authorGalhardo, Ana (Orientadora)-
dc.date.accessioned2019-01-14T11:16:43Z-
dc.date.available2019-01-14T11:16:43Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ismt.pt/handle/123456789/945-
dc.description.abstractIntrodução: A endometriose é uma condição crónica, incapacitante, com repercussões nos diferentes os contextos de vida, e que envolve uma experiência de dor. A existência de estudos que abordem processos para lidar com a dor, como a aceitação, nesta população específica são ainda escassos. Objetivos: Explorar o eventual papel mediador da aceitação na relação entre a catastrofização e a intensidade da dor. Método: 209 mulheres com diagnóstico de endometriose foram recrutadas através da Associação Portuguesa de Apoio a Mulheres com Endometriose e da Associação Portuguesa de Fertilidade. As participantes preencheram online um questionário sociodemográfico e clínico, a Escala Numérica da dor, as Escalas de Ansiedade, Depressão e Stress (EADS-21), o Questionário de Aceitação da Dor Crónica (CPAQ) e a Escala de Desânimo Associada à Dor (EDAD). Foram exploradas associações entre as variáveis e testado um modelo de mediação através da análise de trajetórias (path analysis). Resultados: A relação entre as variáveis intensidade da dor, aceitação e as subescalas da catastrofização, nomeadamente a ruminação, magnificação e desânimo mostrou-se estatisticamente significativa (p < .050). O modelo hipotetizado foi testado através de um modelo saturado, no qual todas as trajetórias se mostraram estatisticamente significativas, à exceção da ruminação para a aceitação (b = .267; SEb = .354; Z = .756; p = .450; β = 0,040) e da magnificação para a intensidade da dor (b = .072; SEb = .063; Z = 1.141; p = .254; β = .106). Estas trajetórias foram removidas e o modelo recalculado, sendo que a única trajetória que não se mostrou significativa foi a da magnificação para a aceitação da dor (b = -.797; SEb = .413; Z = -1.928; p = .054; β = -.152). Esta trajetória foi eliminada e o terceiro modelo ajustado explicou 39% da variância, com a totalidade das trajetórias significativa e os seguintes indicadores de ajustamento: 2 = .001; gl = 1; p = .975; CFI = 1.000; GFI = 1.000; TLI = 1.015; RMSEA = .000. Conclusão: A ruminação tem um efeito direto sobre a intensidade da dor. Relativamente ao desânimo, para além de este apresentar um efeito direto sobre a intensidade da dor, apresenta também um efeito mediado pela aceitação. Como tal, a aceitação revela-se uma componente a ser considerada em abordagens terapêuticas dirigidas à dor, em mulheres com endometriose. / Introduction: Endometriosis is a chronical condition, incapacitating, with repercussions in different life contexts, involving pain experience. The existence of studies that show the processes in which one deals with pain, like acceptance, in this population are few. Objectives: To explore the pain-related acceptance as a mediator between catastrophization and pain intensity. Method: 209 women with the diagnosis of endometriosis were recruited from Associação Portuguesa de Apoio a Mulheres com Endometriose and Associação Portuguesa de Fertilidade. The participants completed a sociodemographic online questionnaire, the Numeric Pain Rating Scale (NPRS), the Depression Anxiety and Stress Scales (DASS – 21), the Chronic Pain Acceptance Questionnaire (CPAQ) and the Pain Catastrophization Scale (PCS). Results: The relationship between the variables pain intensity, acceptance, rumination, magnification and discouragement revealed itself statistically significant (p < .050). The hypothesized model was tested through a saturated model, in which all trajectories were statistically significant, with exception of rumination for acceptance (b = .267; SEb = .354; Z = .756; p = .450; β = 0,040) and magnification for pain intensity (b = .072; SEb = .063; Z = 1.141; p = .254; β = .106). These trajectories were removed and the model recalculated and the only trajectory that did not show significate was magnification for painacceptance (b = -.797; SEb = .413; Z = -1.928; p = .054; β = -.152). This trajectory was eliminated and a third adjusted model explained 39% of the variance, with the total of the significant trajectories with the following adjustment indicators: 2 = .001; gl = 1; p = .975; CFI = 1.000; GFI = 1.000; TLI = 1.015; RMSEA = .000. Conclusion: Rumination has a direct effect over pain intensity. Regarding discouragement, although it shows a direct effect over pain intensity, it also shows an effect over pain intensity mediated by acceptance. As such, acceptance revealed itself has a therapeutic component in pain, for women with endometriosis.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherISMTpt_PT
dc.subjectEndometriose - Endometriosispt_PT
dc.subjectCatastrofização - Catastrophizationpt_PT
dc.subjectDor crónica - Chronic painpt_PT
dc.subjectAceitação - Acceptancept_PT
dc.titlePapel Mediador da Aceitação na Relação entre a Catastrofização e a Intensidade da Dor em Mulheres com o Diagnóstico de Endometriosept_PT
dc.typemasterThesispt_PT
dc.identifier.tid202025039-
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