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Título: Funcionamento Familiar, Estilos Educativos Maternos e Variáveis Psicológicas Maternas: autocompaixão, autocriticismo e sintomatologia psicológica
Autores: Sá, Nádia Filipa da Silva
Simões, Sónia (Orientadora)
Palavras-chave: Funcionamento familiar - Family functioning
Estilo educativo materno - Maternal rearing style
Aceitação e contolo maternos - Maternal acceptance and control
Autocompaixão - Self-compassion
Autocriticismo - Self-criticism
Sintomas psicopatológicos - Psychopathological symptoms
Data: 2019
Editora: ISMT
Resumo: Objetivos: Examinar as associações entre funcionamento familiar, estilo educativo materno e variáveis psicológicas maternas (autocompaixão, autocriticismo e sintomatologia psicopatológica); Estudar as diferenças no funcionamento familiar, no estilo educativo materno, na autocompaixão, no autocriticismo e nos sintomas psicopatológicos em função das variáveis idade, habilitações literárias e história psiquiátrica da mãe, relação entre a mãe e o pai, tipo de família, perceção dos rendimentos familiares e idade do filho. Metodologia: A amostra foi constituída por 431 mães (M = 39,37 anos; DP = 5,47; Min.= 23 e Máx. = 59 anos) que aceitaram responder ao protocolo do estudo composto por: Questionário Sociodemográfico; Índice de Parentalidade autorizada (API); Systemic Clinical Outcome Routine Evolution (SCORE-15); Escala de Autocompaixão (SELFCS); Escala das Formas do Autocriticismo e Autotranquilização (FSCRS) e Inventário de Sintomas Psicopatológicos (BSI). Resultados: Os principais resultados sugerem que um pior funcionamento familiar associouse positivamente com a sintomatologia psicopatológica materna, com o autocriticismo materno e negativamente com um estilo educativo materno (menor aceitação e controlo) e menor autocompaixão materna. Por seu lado, um estilo educativo materno caracterizado por aceitação apresentou uma associação positiva com a autocompaixão materna e negativa com o autocriticismo e com a sintomatologia psicopatológica materna. Já o controlo materno correlacionou-se positivamente apenas com a subescala eu tranquilizador do autocriticismo. Ainda se confirmou que a sintomatologia psicopatológica se relacionou de forma positiva com o autocriticismo e, de forma negativa, com a autocompaixão. Destaca-se, também, que mães sem história psiquiátrica, que têm uma relação boa/muito boa com o pai do filho e com rendimentos e habilitações literárias mais elevados são mais autocompassivas e menos autocríticas e têm um melhor funcionamento familiar. Por fim, as famílias nucleares evidenciam maior aceitação materna e menos problemas de comunicação familiar. Conclusão: Visto que o funcionamento familiar e o estilo educativo materno (aceitação) se relacionam entre si e, em paralelo, se relacionam com as variáveis maternas estudadas (autocriticismo, autocompaixão e sintomas psicopatológicos), é pertinente ter estes dados em consideração nos programas de prevenção e intervenção junto de famílias. / Objectives: Exam the associations between family function, maternal rearing style and maternal psychological variables (self-compassion, self-criticism and psychopathological symptomatology); Study the differences in family function, maternal rearing style, selfcompassion, self-criticism, and psychopathological symptoms, depending on the variables mother age, academic qualifications and psychiatric history, relationship between mother and father, family type, perception of family income, and age of the child. Method: This sample was composed by 431 mothers (M = 39.37 years; SD = 5,47; Min.-Max. = 23 - 59 years), who agreed to respond to the study protocol consisting of: Sociodemographic Questionnaire; The Authoritative Parenting Index (API); Systemic Clinical Outcome Routine Evolution (SCORE-15); Self-Compassion Scale (SELFCS); Forms of Self-Criticizing and Reassuring Scale (FSCRS) and Brief Symptom Inventory (BSI). Results: The principal results suggest that poor family functioning was positively associated with maternal psychopathological symptomatology, maternal self-criticism and negatively with a maternal rearing style (less acceptance and control), as well as less maternal selfcompassion. We also found that a maternal rearing style characterized by acceptance was positively associated with maternal self-compassion and negatively with maternal selfcriticism and maternal psychopathological symptomatology. On the other hand, maternal control positively correlated only with the subscale self-reassuring of self-criticism. It was also confirmed that psychopathological symptoms were positively related to self-criticism and, negatively, to self-compassion. It is also noteworthy that mothers without psychiatric history, who have a good/very good relationship with the father of the child and with higher income and literacy qualifications, are more self-compassionate and less self-critic and have a better family functioning. Finally, nuclear families show greater maternal acceptance and less family communication problems. Conclusion: Since family functioning and the maternal educational style (acceptance) are related to each other and, in parallel, related to the maternal variables studied (self-criticism, self-compassion and psychopathological symptoms), it's pertinent to take these data into account in the prevention and intervention programs with families.
URI: http://repositorio.ismt.pt/jspui/handle/123456789/991
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