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Título: Desenvolvimento do Questionário de Motivações para Revelar/Não Revelar a Parentalidade Não-Genética por Doação de Gâmetas
Outros títulos: Development and Study of Facial Validity of Questionnaire of Motivations to Disclose/Not Disclose the Non-genetic Parenthood by Gamete Donation’s Questionnaire
Autores: Marques, Cristiana
Galhardo, Ana
Cunha, Marina
Couto, Margarida
Palavras-chave: Gâmetas de dador, motivações para revelar, parentalidade, segredo, Estudo exploratório
Data: 28-fev-2017
Editora: Departamento de Investigação & Desenvolvimento
Citação: Marques, C., Galhardo, A., Cunha, M., & Couto, M. (2017). Desenvolvimento do Questionário de Motivações para Revelar/Não Revelar a Parentalidade Não-Genética por Doação de Gâmetas. Revista Portuguesa De Investigação Comportamental E Social, 3(1), 2-13. https://doi.org/10.7342/ismt.rpics.2017.3.1.35
Relatório da Série N.º: 2;
Resumo: Introdução: A parentalidade constitui um objetivo muito valorizado socialmente, no entanto, para casais com infertilidade este pode implicar a realização de tratamentos de médicos, alguns deles com recurso a gâmetas de dador. Para estes últimos, surge uma preocupação adicional: revelar à criança a origem da sua conceção ou manter segredo. Ainda que as motivações que influenciam este processo de decisão tenham sido alvo de estudo, em Portugal a investigação é escassa. Objetivos: Pretendeu desenvolver-se o Questionário de Motivações para Revelar/Não Revelar a Parentalidade não Genética por Doação de Gâmetas (QMRDG), o qual se destina a avaliar as principais motivações que influenciam o processo de tomada de decisão dos pais que recorrem a gâmetas de dador relativamente a contar ou não contar ao/à seu/sua filho/a a origem da sua conceção. Método: Estudo exploratório conduzido numa amostra de 21 participantes, com idades entre os 30 e os 49 anos, que realizaram tratamento de infertilidade com recurso a gâmetas de dador e se tornaram pais. Os participantes preencheram um conjunto de questionários numa plataforma online. Resultados: O QMRDG revelou possuir itens claros e de fácil compreensão. Os dados obtidos indicam que a maioria dos pais ainda não contou à criança a sua origem genética devido à reduzida idade da mesma, encontrando-se estes com intenção de revelar. Para os pais que já contaram, das motivações que mais influenciaram esta decisão salienta-se a importância dada à honestidade e ao direito do conhecimento das origens genéticas. Relativamente às motivações para não contar ressalta-se a pouca importância dada à genética. Conclusão: O QMRDG parece constituir um instrumento promissor na prática clínica e na investigação com pessoas que estejam a realizar tratamentos de infertilidade com recurso a gâmetas de dador. Nesta investigação, a tendência indicada pelos pais foi a de contar à criança a origem da sua conceção.
URI: http://repositorio.ismt.pt/jspui/handle/123456789/1158
ISSN: 2183-4938
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