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Título: Autocriticismo, estratégias de coping e mindfulness em profissionais de instituições que acompanham pessoas com autismo e profissionais de instituições com utentes sem perturbação neurodesenvolvimental
Autores: Carvalho, Lisa Marie Figueiredo
Espirito-Santo, Helena (Orientadora)
Mariana Marques (orientadora)
Palavras-chave: Autismo - Autism
Cuidadores formais - Formal caregivers
Profissionais - Professionals
Autocriticismo - Self-criticism
Estratégias de coping - Coping strategies
Mindfulness - Mindfulness
Data: 2015
Editora: ISMT
Resumo: Introdução: Assumimos que queixas referidas por profissionais que trabalham com autismo são semelhantes às referidas por pessoas que trabalham com deficiência mental, dado o autismo ser considerado uma perturbação neurodesenvolvimental com manifestações semelhantes às situações de deficiência mental. Assim, são nosso objetivos: analisar e comparar níveis de autocriticismo, estratégias de coping e mindfulness em profissionais de instituições que acompanham pessoas com autismo e em profissionais de instituições que acompanham pessoas sem perturbação neurodesenvolvimental; analisar e comparar os mesmos grupos num conjunto de variáveis sociodemográficas e profissionais; explorar associações entre as diferentes variáveis referidas em ambos os grupos. Metodologia: Cinquenta e três profissionais (25 que acompanham pessoas com autismo e 28 que acompanham pessoas sem perturbação neurodesenvolvimental; sexo feminino, n = 44; 83,0% e sexo masculino, n = 9; 17,0%) preencheram um questionário sociodemográfico, o Brief Cope, a Escala das Formas de Autocriticismo e Auto-tranquilização, o Inventário de Resolução de Problemas, o Inventário de Sintomas Psicopatológicos e o Inventário de Mindfulness de Freiburg. Resultados: Existem associações entre os profissionais que trabalham com autismo e profissionais que trabalham com pessoas sem perturbação neurodesenvolvimental nas variáveis formação em deficiência e/ou em doença mental. Profissionais que trabalham com autismo apresentam valores mais elevados nas dimensões: Planear (Brief Cope), Eu tranquilizador (Escala das Formas de Autocriticismo e Auto-tranquilização), Confronto e resolução ativa dos problemas (Inventário de Resolução de Problemas) e Índice Geral de Sintomas (Inventário de Sintomas Psicopatológicos). Existem diferenças significativas nas dimensões Religião, Sensibilidade Interpessoal e Ansiedade Fóbica com os profissionais que acompanham pessoas com autismo a ter valores mais baixos. Conclusão: Profissionais que trabalham com autismo distinguem-se de profissionais que trabalham com pessoas sem perturbação neurodesenvolvimental, apresentando níveis mais elevados quanto à formação em deficiência e/ou doença mental e níveis mais baixos em relação à religião enquanto estratégia de coping. / Introduction: We assume that complaints referred to by professionals working with autism are similar to those for people who work with mental disabilities, as autism be considered a neurodevelopmental disorder with manifestations similar to those of mental deficiency situations. So are our objectives: analyze and compare levels of self-criticism, coping strategies and mindfulness in professional institutions that accompany people with autism and professional institutions that accompany people without neurodevelopmental disorder; analyze and compare the same groups with sociodemographic and professional variables; explore associations between the various variables mentioned in both groups. Methodology: Fifty-three professionals (25 accompanying persons with autism and 28 accompanying persons without neurodevelopmental disorder; female, n = 44; 83.0 % and male, n = 9, 17.0 %) completed a sociodemographic questionnaire, the Brief Cope, the Forms of selfcriticizing and reassuring scale, the Problem Solving Inventory, the Brief Symptom Inventory and the Freiburg Mindfulness Inventory. Results: There are associations between professionals working with autism and professionals working with people without neurodevelopmental disorder in the variables formation deficiency and/or mental illness. Professionals working with autism have higher values in the dimensions: Planning (Brief Cope), I reassuring (Scale of self-criticism Ways and Selfreassurance), Clash and active problem solving (Resolution Inventory Problems) and Symptoms of Contents (Brief Symptom Inventory). There are significant differences in Religion, Interpersonal Sensitivity and Phobic Anxiety with professionals working with autism having lower values. Conclusion: Professionals who assist people with autism are distinguished from professionals who work with people without neurodevelopmental disorder, having higher values in training in disability and/or mental illness and having lower values in religion as a coping strategy.
URI: http://repositorio.ismt.pt/handle/123456789/499
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