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Título: Autocompaixão, Comprometimento e Virtuosidade Organizacionais em Trabalhadores das Autarquias Locais
Autores: Simões, Dulcina Maria Lopes
Simões, Sónia (Orientadora)
Palavras-chave: Autocompaixão - Self-compassion
Comprometimento organizacional - Organizational commitment
Virtuosidade organizacional - Organizational virtuosity
Psicologia positiva - Positive psychology
Data: 2015
Editora: ISMT
Resumo: Introdução: As organizações, o tempo de crise financeira, o estigma que recai sobre os trabalhadores da administração pública, são a alavanca motivacional desta investigação. Unir esforços da psicologia positiva e da psicologia organizacional, num contributo ao fortalecimento das virtudes humanas protetoras do funcionamento intra e interpessoal, constitui forma de contribuir para o bem-estar dos trabalhadores e para o sucesso das organizações sendo, em simultâneo, uma preocupação da comunidade científica. Objetivos: Estudar associações entre o construto psicológico autocompaixão e os construtos organizacionais comprometimento e virtuosidade organizacionais; analisar as suas diferenças relativas a cada um dos construtos em função do género, idade, tempo de serviço na organização, vínculo e grupo profissional. Metodologia: A amostra é constituída por 130 trabalhadores da administração local, 78 homens e 52 mulheres, com idades compreendidas entre os 19 e os 63 anos (M=44,22; DP=8,67). Os participantes preencheram um protocolo integrante do projeto Organizar Positivamente do Instituto Superior Miguel Torga, constituído por: Ficha de Dados Pessoais, SELFCS (Escala de Autocompaixão), QCO (Questionário de Comprometimento Organizacional), QVO (Questionário de Virtuosidade Organizacional) e DASS-21 (Depression, Anxiety and Stress Scale). Resultados: Há uma associação positiva entre o comprometimento organizacional e a virtuosidade organizacional. Não existem associações entre autocompaixão e comprometimento organizacional. As dimensões otimismo e integridade da virtuosidade organizacional revelam uma relação positiva com a dimensão autocrítica e com a escala global da autocompaixão. Menos escolaridade, grupo profissional menos habilitado e vínculo laboral mais desfavorável são razões para percecionar a organização como menos virtuosa e se comprometer menos com ela. Discussão: Ao fomentar ações positivas nas organizações, estimulam-se estados emocionais positivos nos indivíduos. Ao estimular a capacidade compassiva individual, através da autocompaixão e mindfulness, contribui-se para humanizar os sujeitos e as organizações. Estes trabalhadores em conjunto com os líderes poderão promover forças de trabalho afetiva e normativamente comprometidas, despertando perceções positivas das virtudes organizacionais. / Introduction: The organizations, the period of financial crisis and the stigma about the public administration workers are the reasons for this research work. Combining forces of positive psychology and organizational psychology in a contribution to strengthen the human virtues, that protects intra and interpersonal functioning, is a contribution to the well-being of the workers, and to the success of the organizations, and is simultaneously a concern of scientific community. Objectives: Study the associations between the psychological construct, self-compassion, and the organizational constructs, organizational commitment and organizational virtuosity; analyse their differences for each construct depending on gender, age, period of work in the organization, kind of employment bond and professional group. Methodology: The sample is composed by 130 workers from local administration, 78 men and 52 women, aged between 19 and 63 years old (M=44,22; SD=8,67). The participants filled the protocol from the project “Organizar Positivamente” of Instituto Superior Miguel Torga, constituted by the Personal Data Sheet, the SELFCS (Self-Compassion Scale), the QCO (Organizational Commitment Questionnaire), the QVO (Organizational Virtuosity Questionnaire) and the DASS-21 (Depression, Anxiety and Stress Scale). Results: A positive association between the organizational commitment and organizational virtuosity was found. There has no association between self-compassion and organizational commitment. The optimism and integrity of organizational virtuosity dimensions have a positive correlation with the self-criticism dimension and with the global scale of self-compassion. The elements of the sample with less education, belonging to a professional group less qualified or with an unfavourable employment bond perceive the organization as less virtuous and also, a less commitment is verified. Discussion: To promote positive actions inside the organizations is to encourage positive emotional states in individuals. To encourage individual compassionate capacity by self-compassion and mindfulness is to humanize the individuals and organizations. These workers, with their leaders, can promote affective and normatively committed workforces, showing positive perceptions about organizational virtues.
URI: http://repositorio.ismt.pt/handle/123456789/527
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