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Título: Impacto da satisfação com a vida no funcionamento cognitivo em idosos
Autores: Mendes Simões, Diana
Espirito-Santo, Helena (Orientadora)
Palavras-chave: Envelhecimento
satisfação com a vida
défice cognitivo
sintomas ansiosos
sintomas depressivos
sentimentos de solidão.
Data: 19-Out-2012
Editora: Instituto Superior Miguel Torga
Citação: Mendes Simões, D. (2012, 19 october). Impacto da satisfação com a vida no funcionamento cognitivo em idosos. Master dissertation, Instituto Superior Miguel Torga, Coimbra
Resumo: Introdução: A investigação tem mostrado que uma baixa satisfação com a vida se se correlaciona com défice cognitivo. Em Portugal, existem poucos estudos neste domínio, por isso queremos alargar um estudo prévio sobre o impacto da satisfação com a vida a outras variáveis cognitivas medidas por diferentes instrumentos neuropsicológicos. Objetivos: A nossa investigação tem como objetivos determinar o grau de satisfação com a vida, a intensidade dos sintomas ansiosos e depressivos e o nível de funcionamento cognitivo; determinar a prevalência dos sintomas depressivos, ansiosos, insatisfeitos e com défice cognitivo; determinar se a satisfação com a vida, os sintomas ansiosos e depressivos se distinguem pelos subgrupos com e sem défice; estudar a relação entre a satisfação com a vida e as funções cognitivas e por fim estudar a relação entre satisfação com a vida, sintomas depressivos, ansiosos e sentimentos de solidão. Metodologia: A nossa amostra é constituída por 539 idosos, 127 do sexo masculino e 412 do sexo feminino, dividida em dois grupos: grupo com défice cognitivo (n = 380) e grupo sem défice cognitivo (n = 159) e avaliada através de: Escala de satisfação com a vida; Mini-Exame do Estado Mental; Inventário Geriátrico de Ansiedade; Escala Geriátrica da Depressão e o questionário de solidão. Resultados: Não existem diferenças estatisticamente significativas na satisfação com a vida pelos grupos com défice e sem défice cognitivo. Obtivemos uma média baixa na satisfação com a vida e no funcionamento cognitivo e médias altas nos sintomas ansiosos, depressivos e sentimentos de solidão. Quanto há prevalência, verificámos que 48,7% dos idosos apresentavam uma baixa/moderada satisfação com a vida, 76,2% apresentavam sintomas ansiosos, 69,8% sintomas depressivos e 68,2% sentimentos de solidão. Conclusão: Ao contrário do que é apontado na revisão da literatura, o nosso principal objetivo não foi comprovado. Ainda assim conseguimos estabelecer associações entre as variáveis centrais (satisfação com a vida e défice cognitivo), as variáveis sociodemográficas, a sintomatologia ansiosa/depressiva e os sentimentos de solidão.
URI: http://repositorio.ismt.pt/handle/123456789/740
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