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Título: Gestação de Substituição: aspetos psicológicos – uma revisão sistemática da literatura
Autores: Gouveia, Joana
Galhardo, Ana
Cunha, Marina
Couto, Margarida
Palavras-chave: Infertilidade - Infertility
Gestação de substituição - Gestation replacement
Aspetos psicológicos - Psychological aspects
Data: Abr-2017
Editora: Sociedade Portuguesa de Psicologia da Saúde
Citação: Gouveia, J., Galhardo, A., Cunha, M., & Couto, M. (2017). Gestação de substituição: Aspetos psicológicos – uma revisão sistemática da literatura. Psicologia, Saúde & Doenças, 18(1), 248-262. doi: http://dx.doi.org/10.15309/17psd180120
Resumo: A infertilidade é definida como uma condição médica com repercussões no bem-estar físico, psicológico e social. Avanços na medicina da reprodução têm possibilitado a muitos casais a concretização da parentalidade. Diversos tratamentos médicos e o recurso a gâmetas de dador ou embriões doados, constituem desenvolvimentos para a resolução de casos de infertilidade. Ainda assim, os casais que apresentam ausência de útero, malformações ou doença uterina veem-se impossibilitados de experienciar uma gravidez. A gestação de substituição poderia dar resposta à condição de infertilidade. Contudo, esta é uma prática que gera controvérsia, não sendo permitida em muitos países. O objetivo desta revisão é providenciar um corpo de conhecimento organizado em função dos resultados de estudos que procuraram explorar aspectos psicológicos relacionados com a gestação de substituição. Em concreto, foram analisados estudos que abordaram a adaptação marital, a revelação da forma de concepção, o bem-estar físico e psicológico do casal e da criança, o contacto com a gestante de substituição, e a adaptação à parentalidade. Foram examinados 10 estudos longitudinais, com os principais resultados: a gestação de substituição é considerada “uma experiência positiva”, os casais beneficiários aparentam ter um bom funcionamento conjugal, a revelação da forma de conceção tende a ser iniciada precocemente, o contacto com a gestante de substituição é mantido, os casais apresentam menor stresse e maior bem-estar físico e psicológico ao longo da gestação, e a adaptação à parentalidade até aos três anos apresenta um valor superior às demais formas de conceção.
URI: http://repositorio.ismt.pt/handle/123456789/794
ISSN: 1645-0086
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