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Título: Idadismo: um estudo em cinco freguesias do baixo concelho da Póvoa de Lanhoso
Autores: Barroso, Isabel Coelho
Daniel, Fernanda (Orientadora)
Palavras-chave: Envelhecimento - Aging
Idadismo - Ageism
Discriminação - Discrimination
Saúde - Health
Data: 2018
Editora: ISMT
Resumo: Atitudes e comportamentos negativos em relação aos indivíduos baseados somente numa caraterística, a idade cronológica, são experienciadas por pessoas idosas em múltiplas sociedades. Realizamos um estudo quantitativo com o objetivo de avaliar o idadismo, verificar se existe relação entre atitudes idadistas e a idade e qual o papel das perceções de estado de saúde nessa relação. Foram inquiridas 356 pessoas, 135 homens e 221 mulheres, com uma média de idades de 53,51% (DP = 20.27) residentes em cinco freguesias do baixo concelho da Póvoa de Lanhoso. Como instrumentos de medida foram utilizadas a versão resumida da Escala de Solidão (Hughes, Waite, Hawley, & Cacioppo, 2008), a Escala de Satisfação com a Vida (Diener, Emmons, Larsen, & Griffin, 1985); a Escala Breve de Redes Sociais de Lubben (LSNS-6) (Ribeiro et al., 2012) e a Escala Ambivalente de Idadismo (Cary, Chasteen & Remedios, 2017). Foi igualmente utilizado um questionário sociodemográfico, recursos sociais, saúde física e emocional. A média dos diferentes itens da subescala está compreendida entre 2,46±1,05 e 3,22±0,64. Quando comparamos as diferenças da nossa amostra, com os itens da amostra de referência verificamos diferenças, estatisticamente significativas, em doze dos treze itens. A idade (anos) correlaciona-se positivamente com os nove itens do idadismo. Na análise dos itens do idadismo e da idade, tendo em conta as perceções de saúde, constatámos que são as pessoas que tem uma melhor perceção de saúde que são mais idadistas. As diferenças encontradas entre os nossos resultados e os da amostra de referência podem ser explicadas tanto nas características da amostra como ao nível cultural. / Older people in multiple societies experience negative attitudes and behaviours toward individuals based on only one characteristic: the chronological age. We conducted a quantitative study to evaluate the ageism, verify the relationship between ageist attitudes and age, and the role of health perceptions in this this relationship. A total of 356 people were surveyed, 135 males and 221 females, with a mean age of 53.51 (SD = 20.27) living in five parishes of the lower municipality of Póvoa de Lanhoso. The measuring instruments used were the abbreviated version of Loneliness Scale (Hughes, Waite, Hawley, & Cacioppo, 2008), the Satisfaction with Life Scale (Diener, Emmons, Larsen, & Griffin, 1985), the Brief Scale Social Networks of Lubben (LSNS-6) (Ribeiro et al., 2012) and the Ambivalent Scale of Ageism (Cary, Chasteen & Remedios, 2017). We also used a socio-demographic questionnaire of social resources, physical and emotional health. The average of the different items of the subscale is between 2.46 ± 1.05 and 3.22 ± 0.64. When comparing the differences in our sample with the items in the reference sample, we verified statistically significant differences in twelve of the thirteen items. Age (years) correlates positively with the nine items of ageism (p > 0.05). In the analysis of items of ageism and age, and taking into account the health perceptions, we found that people who have a better understanding of health are the most ageists. The differences found between our results and those of the reference sample can be explained both in the characteristics of the sample and in the cultural level.
URI: http://repositorio.ismt.pt/handle/123456789/855
Aparece nas colecções:Dissertações de Mestrado em Serviço Social

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