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Título: Diferenças no funcionamento cognitivo entre idosos institucionalizados e não institucionalizados
Autores: Vigário, Vanessa Raquel Marques
Luísa Rolim e Mariana Marques
Palavras-chave: Idoso - Elder, Declínio/Défice cognitivo - Cognitive decline/deficit, Institucionalização - Institutionalization, Variáveis sociodemográficas - Sociodemographic variables, Resposta social - Social response, Mini Mental State Examination (MMSE) - Mini Mental State Examination (MMSE), Montreal Cognitive Assessment (MoCA) - Montreal Cognitive Assessment (MoCA)
Data: 2012
Editora: ISMT
Resumo: Existem poucos estudos que analisem as diferenças ao nível do funcionamento cognitivo entre idosos institucionalizados e idosos não institucionalizados. Alguns estudos parecem apontar e acentuar que a institucionalização pode ser relevante a determinar os níveis de declínio/défice cognitivo. Foram nossos objetivos explorar associações entre a variável institucionalização e diferentes variáveis sociodemográficas, testar diferenças ao nível do declínio/défice cognitivo por grupos em termos de variáveis sociodemográficas (e.g. homens, mulheres) e verificar se controlando o papel das variáveis sociodemográficas associadas ao declínio/défice a institucionalização continuava a ter um impacto no mesmo. A amostra contou com um total de 721 idosos (620 idosos institucionalizados e 101 idosos não institucionalizados). A amostra de idosos institucionalizados apresentou uma idade média de 80, 41 (DP = 7,14) e a de idosos não institucionalizados de 73, 46 (DP = 8,95). Ambas as amostras responderam a algumas questões sociodemográficas, ao Mini Mental State Examination (MMSE) e o Montreal Cognitive Assessment (MoCA), para avaliar o défice/declínio cognitivo. Verificou-se que as variáveis sociodemográficas sexo, idade, escolaridade e estado civil se relacionam com a institucionalização. Ficou demonstrado, também, que os idosos mais velhos, que não possuem grau de escolaridade e que não tenham companheiro são mais propensos a desenvolver défice/declínio cognitivo. Finalmente, foi possível apurar que, mesmo controlando o papel das variáveis sociodemográficas a institucionalização continua a determinar o défice/declínio cognitivo. Independentemente de algumas características sociodemográficas poderem determinar o desenvolvimento do défice/declínio cognitivo e mesmo contribuir para a institucionalização dos idosos, controlando o seu impacto, os resultados parecem indicar que o simples facto do idoso se encontrar institucionalizado pode pesar no desenvolvimento de défice/declínio cognitivo (ou no seu agravamento). / There are few studies analyzing the differences in cognitive functioning among the institutionalized and non-institutionalized elderly. Some studies seem to point and emphasize that institutionalization may be relevant to determine the levels of decline / cognitive deficit. Our objetives were to explore associations between the variable institutionalization and different´s sociodemographic´s variables, testing the differences in the decline / cognitive impairment groups in terms of sociodemographic variables (eg men, women) and verify that the controlling role of sociodemographic variables associated with the decline / deficit institutionalization continued to have an impact on it. The sample had a total of 721 elderly (620 institutionalized elderly and 101 elderly subjects). The sample of institutionalized subjects showed an average age of 80, 41 (SD = 7.14) and the non-institutionalized elderly 73, 46 (SD = 8.95). Both samples responded to some sociodemographic questions, the Mini Mental State Examination (MMSE) and the Montreal Cognitive Assessment (MoCA), to evaluate the deficit / cognitive decline. It was found that sociodemographic variables sex, age, education and marital status relate to institutionalization. It was also demonstrated that the older participants, who have no schooling and live alone are more likely to develop deficit / cognitive decline. Finally, it was found that, even controlling the role of sociodemographic variables institutionalization continues to determine the deficit / cognitive decline. Regardless of sociodemographic characteristics may determine the development of the deficit / cognitive decline and even contribute to the institutionalization of the elderly, controlling its impact, the results seem to indicate that the mere fact of finding institutionalized elderly can weigh in development deficit / cognitive decline (or its aggravation).
URI: http://repositorio.ismt.pt/handle/123456789/93
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