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Título: Programa de Primeiros Socorros em Saúde Mental: estudo piloto
Outros títulos: Mental Health First Aid Program: pilot study
Autores: Loureiro, Luís Manuel
Sousa, Catarina Ferreira
Palavras-chave: Primeiros socorros, Literacia saúde mental, Depressão, Esquizofrenia, Abuso álcool, Quase-experiência
Data: 28-fev-2019
Editora: Departamento de Investigação & Desenvolvimento
Citação: Loureiro, L. M., & Sousa, C. F. (2019). Programa de Primeiros Socorros em Saúde Mental: Estudo piloto. Revista Portuguesa De Investigação Comportamental E Social, 5(1), 72-86. https://doi.org/10.31211/rpics.2019.5.1.108
Relatório da Série N.º: 6;
Resumo: Objetivo: O presente estudo piloto teve como objetivo apreciar comparativamente a qualidade do Programa de Primeiros Socorros em Saúde Mental na Literacia em saúde mental de recém-licenciados em Enfermagem. Método: Utilizou-se um desenho pré-experimental, designado estudo de caso com pós-teste de grupo único. O Programa teve a duração de dois dias (14 horas). A amostra do estudo foi constituída por 16 recém-licenciados em Enfermagem, com uma média de idades de 21,86 anos (DP = 0,54). Como instrumento de colheita de dados foi utilizado o Questionário de Avaliação da Literacia em Saúde Mental, aplicado à depressão, esquizofrenia e abuso de álcool. Em termos de análise de dados, recorreu-se às estatísticas resumo, ao teste Q de Cochran e teste de Friedman e como medidas de tamanho de efeito o ℜ e W, associadas ao teste adequado. Resultados: Observou-se, no final da intervenção, níveis elevados e diferenciados de literacia em saúde mental em todas as suas componentes, ao nível da depressão, esquizofrenia e uso/abuso de álcool, especificamente em termos de reconhecimento dos problemas. Comparativamente, a intenção de pedido de ajuda diferenciou-se consoante o problema descrito nas vinhetas (p < 0,05), sendo mais elevada na depressão (81,3%) comparativamente ao abuso de álcool (56,3%) e à esquizofrenia (37,5%). Resultado idêntico foi obtido para a confiança em prestar primeiros socorros (p < 0,05) e em que os participantes se sentiram mais confiantes nos casos da depressão e do abuso de álcool. Conclusões: Apesar das limitações decorrentes do tipo de desenho utilizado, nomeadamente a ausência de grupo de controlo e não existência de observação prévia à intervenção, os resultados mostram que no fim do programa os participantes apresentam elevada confiança para agir em prol da sua saúde mental e daqueles que lhe estão próximos.
URI: http://repositorio.ismt.pt/jspui/handle/123456789/1136
ISSN: 2183-4938
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